Os bons riffs de Derek Miller e o vocal suave de Alexis Krauss foi o que bastou pra essa dupla do Brooklyn fazer sucesso. Ele, um compositor e guitarrista em busca de uma vocalista. Ela, uma professora de colegial que mandou tudo às favas e se entregou ao noise-pop… Não podia dar mais certo. Esse é o Sleigh Bells, com suas batidas viciantes, que você confere logo abaixo.
Sabe quando você se apaixona por uma banda e passa 48 horas ouvindo o álbum completo dela? Pois é, isso é Bad Books. Talvez por eu ser uma fã louca e completa de Manchester Orchestra eu ame tanto, mas a questão é que, mesmo parecendo muito com Manchester Orchestra, também tem muitas diferenças em relação à eles. Bom, Bad Books nada mais é que uma superbanda formada pelos próprios integrantes do Manchester plus o cantor Kevin Devine e olha… A mistura ficou perfeita. Amor à primeira ouvida. Se você curte Manchester Orchestra, folk e derivados, dá play aí em baixo e apaixone-se você também.
Definindo Heypenny: Alegria. É isso que as músicas dessa banda cheia de caras bem humorados do Tennessee passa pra quem as ouve e fica tipo querendo pular e dançar sem parar e cantar e tal. Eles mesmos dizem ter se influenciado em Wilco, Beatles e Radiohead… Ou seja. Banda divertidíssima mesmo. Totalmente indiespensável na playlist e dá pra usar até como despertador pra evitar querer matar meio mundo quando você acorda cedo… Aliás é mais provável você levantar dançando.
Olá vocês que devem estar felizões com as últimas novidades musicais que vêm acontecendo na história desse país. Se você não tá sabendo, vou deixar aqui registrado até porque vale a pena: Os lindos do The Strokes voltam para o Brasil dia 5 de novembro para a edição 2011 do Planeta Terra Festival. ISSO MESMO! Abra um sorriso, enxugue essas lágrimas, não deixe sua namorada te ver assim chorando de felicidade, até porque essa notícia é velha (rs), mas eles voltam sim. TODOS FELIS. Aliás, falando no Planeta Terra, retomemos o assunto original desse post. Como se não bastasse de felicidade a confirmação de Strokes, o Planeta Terra Festival ainda confirmou ninguém mais ninguém menos que The Vaccines pra vir tocar nas terras tupiniquins e fazer a indiezada pirar na dancefloor do Festival. De origem britânica, o The Vaccines é a mais novindiedade e chegou até ser comparado como “novo Libertines” mas isso não vem ao caso e eu discordo porque né. Mas eles são demais mesmo. E pra você saber bem o que é, tá aí uma música e o vídeo dos caras pra você fazer um THUMBS UP.
Bom demais né? Strokes e Vaccines no mesmo Festival… Mas só vamos rezar pra não ser na mesma hora #PORFA, TERRA FESTIVAL… #PORFA.
Muito tempo sem postar mas né, me deu uma febre louca e eu andei ouvindo Manchester Orchestra como se não houvesse amanhã e não me arrependo nem um pouquinho. Não, eles não são de Manchester e não, eles não são uma orquestra. Eles são de Atlanta, Georgia, EUA e são pra mim ícones do indie rock. Andy Hull, o gracinha do vocalista, com uma voz linda de maravilhosa, arrasa -MUITO!- em todas as músicas, em todos os álbuns, que parecem ter alma própria. Mas acho que essa sempre foi a intenção. Então, sem mais delongas, você só vai entender se ouvir… E tá aí:
Aproveitando o momento lindo, assiste esse clipe EPIC WIN do single de Simple Math, o novo álbum desses lindos que vai ser lançado em 10 de maio pra nossa felicidade. Muito bem produzido, muito bem bolado, muito emocionante… Assistam aí:
Agora, vamos falar de um Alex que is not on fire(se entendeu me add) que além de ser o frontman gracinha do Arctic Monkeys, deciciu botar a mão na massa e fazer seu projeto solo (sem o Miles Kane) dando um pontapé inicial em nada mais nada menos do que na OST de um filme chamado Submarine que tem tudo pra ser sucesso. Não tem nada muito a ver com o trabalho do Alex no Arctic Monkeys, aliás, eu gostei, porque é bem mais “calmo” do que eu imaginava. Afinal, é o Alex né meus amigos… O cara manja pra fazer música até se for samba. Risos. Mas enfim, Submarine é uma comédia kinda cult como todo britânico gosta disso e eu tô muito afim de assistir. E depois das críticas que apareceram, do trailer abaixo e da trilha sonora original feita por ninguém mais ninguém menos que o Alex Turner, você vai querer assistir também.
Ouve aí uma das músicas da trilha sonora (e a minha favorita do álbum):
Aliás você que diz que ama Arctic Monkeys mas que ficou meio decepcionado com a nova música dos caras. Mas né gente, é Arctic Monkeys. O disco vai acabar sendo bem legal e todo mundo vai sair cantando loucamente, dançando loucamente e pagando pau loucamente. Vamos parar com essa hipstisse de gostar da banda since os primórdios e falar que eles “eram bons” porque afinal ninguém fica ruim… Simplesmente amadurece. E chegou a vez dos Monkeys.
Ok, esse é um post diferente. Como começar? Bom, vamos dizer que eu voltei às aulas na faculdade e disse para os amigos que estava curtindo uma banda mais ‘heavy’ e mostrei para eles Alexisonfire. Eles pararam, começaram a ouvir… E depois riram da minha cara. “Nossa! Que hardcore mais indie!”, foi o comentário que ouvi. Ok, como meus amigos escutam Opeth, Behemoth e Death, é mais que plausível eles ouvirem a maravilhosa e doce voz do Dallas Green e achar que é um hardcore nem tão hardcore assim, ou um screamo nem tão screamo quanto eles estão acostumados. Mas, quando eles falaram “Nossa, que hardcore mais indie”, isso me fez pensar num termo alternativo pra definir Alexisonfire: Indiecore. Até porque, por mais gritos e batidas rápidas que tenham as músicas, tem sempre de quebra a suavidade da voz do Dallas Green que faz eu gostar tanto dessa banda. E, de certa forma, percebi que só ouço Alexisonfire esperando loucamente para ouvir a voz dele. Sem contar que a banda é canadense, né… Já que o Canadá é campeão mundial de música boa pra caramba. As letras das músicas também são bem feitas, bem bacanas, e no final das contas me apaixonei por Alexisonfire inteiramente, não só por causa do Dallas -mas principalmente por causa dele. Afinal, ser indie é saber achar aquele pitaco underground existente numa banda e gostar dela por causa disso, nem discriminar o gênero musical dominante.
Eu estava à toa no twitter, até que o @nacimwest twittou pra eu ouvir essa banda que é puro amor. Sério, é escutar e viciar. Dear and the Headlights só tem dois albuns lançados e eu mal comecei a curtir a banda e já estou esperando pelo próximo. A banda é de Phoenix, no Arizona, EUA, mas poderia muito bem ser canadense de tão boa que é. A música é bem animada, os riffs são bacanas e a voz do Ian Metzger é absolutamente fantástica e gostosa de ouvir. Lembra Hey Rosetta!, lembra Manchester Orchestra, lembra outras bandas que tem a característica pegada indie rock que todos amam. Dá pra pirar ouvindo isso… Sério. Em algum momento você vai se pegar com o volume alto, querendo cantar It’s gettin’ easy ou Sweet Talk a plenos pulmões. Pode viciar também que está permitido.
Vou pôr até outra que você vai gostar, eu sei (rs).
E se eu perguntasse pra você: “O que é amor?”. Você provavelmente me acharia meio louca, mas pensaria numa boa resposta e ia acabar falando um monte de coisa que torna o amor o sentimento estranho que é. E se eu pedisse pra você: “Defina o amor com uma música”? Você provavelmente ia achar que definir com uma música o que é o amor é PALHAÇADA e ia começar a citar um monte de exemplos. E vamos lá, uma boa definição de amor com música, é o William Fitzsimmons, esse barbudo gatíssimo que tem uma história muito bonita quanto sua voz. O cara é filho de pais cegos, então cresceu num ambiente onde tinha mais música do que tudo. Aí cresceu e se tornou esse musicista lindo e fantástico que só ouvindo mesmo pra entender. SINTA ESSE AMOR VOCÊ TAMBÉM! risos
William Fitzsimmons lançou no dia 22 de março seu mais novo álbum, chamado Gold in the Shadow. Dá uma conferida nesse mini-making-of dessa belezinha:
Pois é Angles vazou e já tá disponível para streaming no próprio site do Strokes. Muitas críticas surgiram pra falar do álbum mais aguardado de uma das bandas mais amadas do mundo. E eu como fã incondicional que comprei os 3 CDs e Is this it versão especial <3 decidi dar a minha opinião sobre a minha banda favorita.
Uma coisa que todo mundo já tá careca de saber: O Strokes mudou. E não necessariamente pra pior. Mudar faz parte. Se você como eu tem 19 anos de idade, pense que há 10 anos atrás você tinha 9 e provavelmente só ouviu Last Nite, pensou “nossa, que música legal” e não tinha a mínima noção de que aquela música legal pertencia ao debut album da banda que tinha chegado pra revolucionar o indie rock. Ok, dez anos se passaram desde Is this it. Cinco desde First Impressions of Earth. Você parou de assistir Malhação, Bob Esponja e parou de jogar Tíbia. Você mudou, porque os Strokes não podem? Outros que ainda disseram: “Ah, mas eles fizeram mais do mesmo”. Escute o álbum de novo, meu caro. Não tem nada da voz rouca que o Julian mostrou pro mundo em 2001… Não tem mais o certo desleixo e desespero mesclados com riffs de guitarra distorcidos como antes. Mas quer saber de uma coisa? É STROKES. Eu amo a banda pelo que ela representou (e vai continuar representando) na história da música… Amo a banda porque eu me apeguei à ela em meados de 2006, com First Impressions of Earth, nas férias de julho da minha oitava série, como uma adolescente que buscava desesperadamente alguma coisa pra sair do tédio. Consegui. Strokes fez isso por mim. Angles é a prova de que em dez anos muita coisa pode mudar. Os rapazes pararam de beber e fumar exageradamente, criaram seus filhos, comemoraram seus 30 anos… Não são mais os descabelados que gritavam o refrão de New York City Cops e Take or Leave It há 10 anos atrás.
Mas entendam: Angles não é o melhor álbum, mas também não é um lixo. Assim como todos os álbuns, tem as músicas que você escuta e canta junto loucamente e tem aquelas que começam e você já muda porque nem te agrada muito. Comigo foi assim: De Is this it, não gosto muito de Soma e Trying your luck. De Room on Fire, não gosto muito de Under Control e The way it is. De First Impressions, não gosto muito de Ask me Anything e Killing Lies. E Angles não podia ser diferente. Não gostei de Games e Metabolism. As outras são tão divertidas como um álbum deve ser. Under Cover of Darkness, You’re so right e Machu Picchu me fariam pirar facilmente na pista, como Last Nite fez, como You Only Live Once fez. E como eles mesmos disseram há 10 anos atrás: In many ways, they’ll miss the good old days. Mas bons tempos passam, e o que vale é lembrar que foram os melhores.
Os Strokes estão de volta, é isso que importa. E não, não é só isso. Strokes fez (e FARÁ!) muitas surpresas e músicas excelentes para nós meros ouvintes. Eles são ótimos, eles não perderam a ‘pegada’ que caracterizava seu som… Eles só amadureceram. Eu amo demais essa banda e não sei como explicar esse amor incondicional… E eu tentei, mas vocês viram… É difícil de explicar.